Literatura Fantástica Brasileira

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Bienal de São Paulo, sucesso?


Por Irmandade da Literatura.



Antes de iniciarmos nossa matéria sobre a Bienal de São Paulo gostaríamos de nos apresentar: somos a nova equipe que, daqui em diante, estará encarregada de levar até o enorme público de tão prestigiado blog informações pertinentes ao meio literário, muitas delas omitidas pela mídia.

Assinamos como Irmandade da Literatura, pois acreditamos que o importante seja as informações que temos a transmitir, e não a nossa identidade.

Nosso propósito é fazer o que estiver ao nosso alcance para extirpar do meio literário não somente toda e qualquer prática perniciosa à ele, como também quem os pratica, jogando quem quer que seja no absoluto ostracismo, que é o que merecem.

A oposição, o lado obscuro (na pior concepção da palavra), por mais que esperneie querendo denegrir a imagem do blog para, assim, desqualificar o que nele é publicado, terá que nos engolir, e acredite, se consideravam a página intragável, preparem-se pelo que está por vir.

Ressaltamos, ainda, que como somos uma equipe de novos colaboradores, existe a possibilidade de que algumas opiniões expressas em nossas matérias difira das de matérias já publicadas anteriormente por aqui.

Outras pessoas, outras cabeças, outras opiniões, mas sempre com o desejo de tornar o meio literário o mais transparente possível, por pior que isso possa parecer.

Apresentações feitas, vamos à nossa primeira matéria.

Encerrada no dia quatro de setembro, a Bienal do Livro de São Paulo viu os estandes das editoras ficarem menores e as vendas não atingirem às metas. Ao menos essa foi a sensação dos expositores. 

Foram ao todo 720 mil pessoas em 2014 contra os 684 mil nesta edição, segundo a CBL (Câmara Brasileira do Livro), e a expectativa era a de que os números ao menos se igualassem aos da última edição.

A impressão é que a Bienal foi menor e vendeu menos livros se comparada aos números das últimas edições, seria culpa da crise?

O homenageado dessa edição foi o colunista Ignácio de Loyola Brandão, que completou oitenta anos de idade.

Ainda que os números de público e vendas tenham sido menores que as mais péssimas previsões as obras mais vendidas foram "Por Lugares Incríveis", de Jennifer Nivek, do Grupo Companhia das Letras, "Boa Noite" da youtuber Pam Gonçalves, Grupo Record, "O Coração da Esfinge, de Collen Houck, da Editora Arqueiro, "Muito Amor, Por Favor", um livro coletivo da Editora Sextante e as obras de Clarice Lispectos e Harry Potter, pela Rocco.

"A venda de varejo foi menor que a da última edição. Mas a venda de atacado, principalmente para livrarias, foi maior, o que acabou equilibrando as contas. Se, por um lado, fomos atrapalhados pela crise, por outro fomos salvos pelo empresário que resolveu voltar a investir", afirmou Breno Lerner, da editora Melhoramentos, em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo". 

Para os editores, entre os fatores que podem ter influenciado os números está o aumento do preço da entrada. Na última edição, o tíquete custava de R$ 12 a R$ 14. Neste ano, os preços foram de R$ 20 a R$ 25 -- cerca de 65% de aumento. 

Soma-se a isso o fato de o estacionamento custar R$ 40 e a alimentação dificilmente sair por menos de R$ 25. "A percepção é que, neste ano, tivemos menos editoras e que os estandes foram menores. Isso tudo influencia a quantidade de livros vendidos", continuou Sergio Eduardo, da Zahar, em entrevista à publicação.

Fenômeno YouTuber. Se os primeiros dias da Bienal não foram tão positivos para as editoras, público que visitou o Anhembi no início da feira lotou corredores e a maior área de palestras do evento. O motivo tem nome e sobrenome: escolas e youtubers.

Os donos de canais de vídeo na internet foram as principais apostas da programação e das editoras neste ano. A esperança era a de que o sucesso deles no mundo virtual se convertesse em venda de exemplares e gerasse um fenômeno similar ao dos livros de colorir.

De fato, as palestras dos youtubers Kéfera, Lucas Rangel e Christian Figueiredo reuniram multidões de adolescentes que gritavam e tietavam enlouquecidamente.

A programação contou ainda com escritores de renome e profissionais ligados ao universo do livro, como Mauricio de Sousa, Mário Sérgio Cortella, Leandro Karnal, Gregorio Duvivier, Ignácio de Loyola Brandão, Jout Jout, Thalita Rebouças e Paula Pimenta.

Não se soube de nenhum arranca-rabo, como se deu em edições anteriores, mas as panelinhas estavam todas lá, como as "musas" hot, todas aglutinadas em um canto, o stand de sua editora, exibindo seus corpanzis pouco atrativos e, provavelmente como é de praxe nessas ocasiões, falando mal das autoras com o corpo mais em "dia".

Aproveitando o ensejo, alguém avise Janaína Rico que aquela autora sereia, de quem ela ficou tirando sarro na última edição da Bienal, fechou contrato com a Rede Globo e que Glória Perez está escrevendo nada menos que uma novela sobre a vida dela, com a presença da própria, Mirella Ferraz, no elenco da trama.

Não tem jeito, amiguinhas, esperneiem, criem textões, façam vídeos em Youtube ou o que mais lhes passar pela cabeça, a verdade é só uma: rabo de peixe é mais atrativo do que rabo de hipopótamo ou de baleia.

O choro e livre, e sempre será.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com

Autora Mirella Ferraz

Mila Vander, Janaína Rico, o "Top do Hot"

6 comentários:

  1. Mirella é simplesmente maravilhosa, todo o sucesso do mundo para ela, que ela merece.
    Bom, sobre o tema: minha primeira bienal, e eu amei. Eu sabia que não teria lucro, porque só pra ir ate lá eu ja gastaria uma fortuna, mas mesmo assim, foi incrivel. Contudo, vi vários estandes vazios, e isso me surpreendeu.
    De qualquer maneira, com certeza estarei na próxima.

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  2. Olá, pessoal.
    Em primeiro lugar, fico feliz em ver que o Litfan voltou.
    Sobre a Bienal: realmente teve foco no público jovem, que sempre tem mais grana para gastar por conta do "paitrocínio". Mas mesmo tendo público abaixo do esperado, precisam pensar na infraestrutura local: das filas enormes na estação de metrô ao calor insuportável no evento no fim de semama, é preciso criar bons ambientes para todos poderem se confraternizar e aproveitar ofertas (que eram poucas).

    Abraços.

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  3. Top do Hot é foda.
    Essas gordas feias jogam nos livros as frustrações sexuais delas porque pra encarar isso só com muita cachaça na mente.

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  4. Francamente,

    o cara assina as postagens desse blog como um fake, usa perfil fake nas redes sociais para adicionar o escritores e ficar bisbilhotando a vida alheia, e ainda quer voltar atrás dizendo que agora sua opinião pode não ser a mesma em relação a posts anteriores! Admita que errou quando usou argumentos infantis do tipo "Ah, não falo mais com ele porque é amiguinho do fulaninho que eu não gosto!".
    E ainda quer passar credibilidade aos leitores?
    Ah, vai tomar no cu! Vê se cresce, porra!

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